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Suiça, número um em termos ambientais

por Nuno Barreto, em 31.01.08
Bird Watching Spot

Para terminar os artigos de hoje com nota positiva, resolvi falar do ambiente. Num recente estudo, foi concluído que a Suiça é o país número um em termos de ambiente, ficando Portugal em 18º (o que não é um mau resultado tendo em conta o total de 149 países).

Se há coisa que valorizo bastante na Suiça, e que notei logo na primeira vez que cá vim, é que há uma verdadeira preocupação com o ambiente. Não há cá coisas de "Ah, e tal, é para o interesse nacional construir o aeroporto." Se uma obra é realmente necessária, é obrigatório fazer recuperação de habitats na zona afectada.

Mas no que se nota mais é a quantidade de espaços verdes nas áreas urbanas, e o facto de o ar que se respira ser sem dúvida muito mais puro.

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publicado às 13:59

As escadas rolantes

por Nuno Barreto, em 31.01.08
Se há coisa que me irritava em Portugal, era as pessoas ficarem paradas no lado esquerdo das escadas/passadeiras rolantes. Dizem as regras do civismo, que quem não quer andar, vai encostado ao lado direito, e assim o lado esquerdo fica sempre livre para quem quer passar.

Ainda pensei que aqui fosse melhor, mas é pior. Em Portugal ainda são uns quantos que fazem isso. Aqui, quase toda a gente faz. Enfim...

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publicado às 13:55

As passadeiras

por Nuno Barreto, em 31.01.08
Bike trackHoje vi no jornal que na Suiça, 3 em cada 1 milhão de pessoas morrem todos os anos atropeladas nas passadeiras, fazendo da Suiça o número 3 na Europa nesse quadro negro (só superado por Itália (3.4) e Noruega (3.7).

Tenho que dizer que de início não reparei grande diferença em relação a Portugal, até me pareceu que aqui seria ligeiramente melhor. Mas várias pessoas me chamaram a atenção disso, e hoje constacto que é uma verdade. É preciso cuidado ao atravessar as passadeiras, mais do que em Portugal. Não gostam muito de dar prioridade ao peões aqui na Suiça...

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publicado às 13:47

A banca Suiça

por Nuno Barreto, em 18.01.08
Nem tudo na Suiça é melhor que em Portugal. Além do mais óbvio (temperatura, e a meteorologia no geral), há uma coisa que em Portugal é bastante melhor: A banca.

Eu sei, parece um contracenso. Afinal de contas se há coisa pela qual a Suiça é conhecida, além do chocolate e dos relógios, é a banca. Mas há bancos e bancos. Se estivermos a falar da "Banca privada" (que é mais do que não ser pública, são os "bancos para ricos"), é verdade que têm serviços espectaculares que são muito interessantes para pessoas com muito dinheiro que queiram investir, ou fugir aos impostos.

Mas não é disso que estou a falar. Quanto digo que a banca portuguesa é melhor, estou a falar na óptica do utilizador comum. Aquele que tem uma conta para receber o ordenado, e para gastar o ordenado.

O primeiro e principal problema é a falta de multibancos. Para quem está habituado a ter uma caixa multibanco em cada quarteirão, facilmente detectaveis por um símbolo MB a azul, só pode ficar desiludido cá. Existem muito menos multibancos, e cada um tem um aspecto diferente, conforme o banco a que pertencem. Só permitem fazer levantamentos e ver o saldo (nem coisas simples como carregar telemóveis fazem). E ainda por cima, se forem de um banco diferente do nosso, temos de pagar 2CHF pelo levantamento.

O outro problema é a falta de funcionalidades no home banking. Dá para ver o saldo, fazer transferências, e é só. Viva a simplicidade.

A solução que estou a usar é transferir internacionalmente o meu dinheiro todo para a CGD (que não tem balcão cá, só uma representação), que é grátis se feito nos correios, e depois usar o novo Cartão Maestro RE para fazer os levantamentos, pelas quais não pago nem taxas, nem comissões. Estou desejoso que a CGD abra balcões na Suiça...

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publicado às 13:37

Emigrar é uma medida egoísta?

por Nuno Barreto, em 10.01.08
Um bocado à semelhança do Fomos, resolvi falar um pouco desta temática tão interessante: As pessoas que se põem a criticar os emigrantes. Emigrantes, não imigrantes. Ou seja, os portugueses que criticam outros portugueses, pela decisão de irem para outro País. E a rainha das expressões é: "Emigrar é uma medida egoísta porque assim o País não avança".

Eu podia começar por falar do sentimento de "Orgulhosamente Sós", que tem origens no Fascismo. Ou do facto de isso ser uma demagogia usada pelos políticos portugueses para agradar o povo. Ou de isso ser uma total incompreensão das consequências da globalização. Mas nem vou por aí.

A pergunta que se coloca é: O que é que faz um País avançar? E na maioria dos casos as pessoas estão a pensar no dinheiro. Mas há outras formas no mínimo igualmente importantes de avanço: Educação, Saúde, Civismo, etc.

Em termos financeiros, é claro que a emigração é positiva para a economia de um País. Já vão longe os tempos em que as remessas de emigrantes representavam 10% do PIB português, mas apesar de todos os imigrantes que existem actualmente em Portugal, ainda representam cerca de 1% do PIB português.

A emigração não só contribui financeiramente para a economia portuguesa, como ainda diminui o desemprego, e baixa os gastos da segurança social. O emigrante é uma pessoa que quase não tem custos para o governo português, e que ainda por cima envia riqueza.

Se falarmos de avanço tecnológico, é verdade que em parte, pessoas qualificadas que saem do País, vão desenvolver avanços noutros países. Mas também é verdade que não é aí que Portugal precisa mais de avançar. De certa forma, essa é a única área em que Portugal não para de avançar, estando sempre na crista da onda da tecnologia. E por outro lado, esses mesmos emigrantes, ao voltarem a Portugal, trazem know-how que adquiriram no estrangeiro.

Onde Portugal precisa urgentemente de avançar, é na mentalidade, no civismo, na educação. E nisso, eu, e a grande maioria dos emigrantes portugueses, não ajudo nada em estando em Portugal. Quem tem um papel fundamental nesse campo é o governo, E por outro lado, os emigrantes ao terem contacto com outras culturas, eles próprios crescem nessas áreas. E voltando a Portugal, influenciam positivamente a cultura do País.

Em resumo, quase que parece que egoísta é permanecer no País, mas isso também não é verdade :)

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publicado às 09:30

Genève para os amantes das aves

por Nuno Barreto, em 09.01.08
Birdies

A coisa que mais gosto em Genève, como interessado em aves que sou, é a quantidade e variedade que se encontra dentro da cidade. Aquele na foto sou eu, há um ano atrás. E por detrás de mim, aqueles pontinhos todos, são aves. Várias espécies de patos, cisnes, mergulhões, galeirões, etc. Espécies que para ver em Portugal teria de viajar bastante, e ver de muito longe, aqui consegue-se ver com uma grande facilidade.

Nesta foto, estou mesmo no centro de Genève, como se pode ver pelo ambiente urbano. Mas existem outras zonas bastante mais verdes e selvagens bem perto do centro da cidade. Existem parques enormes, e florestas. No total, 1/4 da área de Genève é composta por parques e jardins, fazendo dela a cidade com maior área de espaços verdes do mundo. E todos à distância de 10-20 minutos de transportes.

Aqui ficam algumas fotos que tirei com uma lente de 50mm (ou seja, estava mesmo muito perto das aves):

Pisco de Peito Ruivo (Erithacus rubecula)Guincho (Larus ridibundus)
Merganso-grande (Mergus merganser) - fêmeaMergulhão de Crista (Podiceps cristatus)

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publicado às 15:49

Lojas fechadas

por Nuno Barreto, em 03.01.08
Se há coisa que me surpreendeu na Suiça, é o horário das lojas. A maioria das lojas (centros comerciais incluídos) tem um horário das 9 às 19 durante a semana, e das 9 às 17 no sábado. No Domingo ou nos feriados, claro, está TUDO fechado. Excepção feita a alguns restaurantes, farmácias, e bombas de gasolina.

Como se não bastasse, há determinadas alturas em que está tudo fechado apesar de não ser feriado. Por exemplo, durante a semana do Natal havia muitas lojas fechadas, e no 2 de Janeiro estava tudo fechado.

O contraste com Portugal não podia ser maior, onde os centros comerciais estão abertos até às 23 horas, e onde parece ser cada vez mais moda ir passear ao centro comercial. Outra diferença interessante é que apesar dos horários, os centros comerciais não ficam a abarrotar nas semanas antes do Natal. Há muito menos stress.

No que me diz respeito, gosto muito mais de como é feito cá, apesar de achar que exageram um bocadinho...

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publicado às 17:06

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