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Quantidade de tugas em Genève

por Nuno Barreto, em 30.11.07
Hoje, a consultar as estatísticas do cantão de Genève, fiquei surpreendido com o número de portugueses no cantão de Genève. Sabia que eram muitos, e que era a nacionalidade com maior percentagem dentro dos estrangeiros. Mas 18,2% da população estrangeira é obra. Comparando com toda a população, são 8,6% dos habitantes

E nota-se. É raro o dia em que não ouço português na rua. Isso já para não falar da quantidade de lojas e restaurantes portugueses.

Já numa nota mais negativa, só 2-3% dos portugueses têm estudos a nível universitário. Bom, agora estou cá eu e a minha esposa para melhorar essa estatística.

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publicado às 10:54

O frio e os dias curtos

por Nuno Barreto, em 30.11.07
O que mais me custa, aqui na Suiça, é o frio e o os dias de Inverno curtos.

O frio ainda se tolera. As casas têm todas aquecimento, assim como os transportes públicos. E quando se sai à rua, com um bom casaco, mais luvas, cachecol e gorro, até se tolera bem. Mas mesmo assim custa, com temperaturas que vão entre os -2º e os 5º.

Já a duração dos dias é mais difícil de suportar. É cerca de uma hora a menos de luz por dia. Antes de vir para cá nem tinha pensado nisso, e acho que mesmo que tivesse, pensaria que não era assim tão importante. Mas afinal é uma coisa que se sente mesmo. Nem imagino como será viver nos países mais a norte. Em compensação, no pico do Verão, é um hora a mais do que em Portugal :)

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publicado às 10:45

Prioridade aos Suiços

por Nuno Barreto, em 29.11.07
GenevaPara não pensarem que tudo são rosas por cá, a experiência de ir ao Office Cantonal de la Population (OCP) de Genève é uma boa forma de sentir um pouco de descriminação. Atenção que o mesmo não aconteceu no OCP de Aubonne.

Não só os estrangeiros têm de ir lá declarar onde estão a residir, os próprios suiços também o têm que fazer. Sempre que mudam de morada, tem de ir registar-se ao OCP da zona.

Assim que lá cheguei fui confrontado com uma máquina de tickets com dois botões. Um para estrangeiros, e outro para suiços. Até aí tudo bem, pensei que fosse para áreas diferentes. Mas não, eram os mesmos guichets, a mesma sala de espera. Só passado uns minutos é que percebi o que acontecia: Os suiços têm prioridade no atendimento no OCP. Ou seja, enquanto estiverem suiços para serem atendidos, os estrangeiros tem de esperar. Só quando não há suiços, é que os estrangeiros são atendidos.

Acreditem que é uma sensação bem estranha, ficar meia hora a ver os números para suiços a avançar, e os nossos não. Levei mais de duas horas à espera. Mesmo assim é bem melhor do que em Portugal, onde os estrangeiros levam um dia inteiro no SEF, e são tratados abaixo de cão.

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publicado às 16:29

Legalização na Suiça

por Nuno Barreto, em 29.11.07
Os cidadãos da União Europeia não precisam de nada de especial para poderem visitar a Suiça. Nem precisam de passaporte, basta o bilhete de identidade. Mas para trabalhar cá de forma legal, já é preciso passar pelo processo de legalização.

Para quem faz parte de um país da União Europeia, como é o caso de Portugal, o processo de legalização é bastante simples. Primeiro que tudo, é preciso ter um contracto de trabalho. Sem isso, nada feito. Depois, basta apresentarmo-nos no Office Cantonal de la Population (OCP) do cantão onde se trabalha/reside com os seguintes documentos:

- Formulário de pedido de autorização de residência (exemplo de formulário em PDF, neste caso de Genève)
- Cópia do contracto de trabalho
- Duas fotografias
- Uma fotocópia do passaporte
- Para quem é casado, a certidão de casamento e fotocópia de passaporte do cônjuge (neste caso têm de ser preenchidos dois formulários)
- Para quem tem filhos, é necessário apresentar a cédula pessoal dos mesmos

Todos estes documentos podem ser enviados pelo correio, mas recomendo ir em pessoa. Se tiverem "a sorte" de viver num cantão e trabalharem noutro, como é o meu caso, têm de apresentar a papelada em ambos os cantões, que é sempre divertido. Em sítios fora das grandes cidades, o processo é muito rápido, mas nas grandes cidades já é mais demorado. Por exemplo, na OCP de Aubonne (cantão de Vaud) levei 5 minutos. Em Genève levei mais de 2 horas à espera.

Se a duração do contracto for inferior a um ano, é entregue um Livret L com a mesma duração que o contracto de trabalho. Se for superior, é entregue um Livret B, com duração de 5 anos. Após esses 5 anos, é entregue o Livret C, com duração ilimitada.

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publicado às 16:07

A hospitalidade Suiça

por Nuno Barreto, em 26.11.07
Uma coisa que me dizem constantemente, é que os suiços são um povo frio, nada dados a relacionamentos e a hospitalidade. Pelas experiências que tenho tido agora, posso dizer que essa imagem nada tem a haver com os suiços que tenho encontrado em Genève e no Vaud. Todos têm sido afáveis e simpáticos.

As pessoas na empresa onde estou têm sido super prestáveis, ajudando-me em todo o processo de legalização e não só (abertura de conta bancária, procura de casa, ajuda no melhoramento do Francês, etc).

Quando estou a andar na rua é muito comum ser cumprimentado com um "Bonjour" ou "Bonsoir", e quando vou a uma loja, os empregados fazem o possível para me servir da melhor forma. Se abro um mapa na rua, quase de imediato vem alguém perguntar se preciso de ajuda. Os revisores dos comboios cumprimentam-nos com um grande sorriso.

Quando a minha esposa precisou que alguém lhe explicasse como se mexia na máquina de lavar, teve prontamente a ajuda das vizinhas, que inclusive a convidaram a entrar nas suas casas, trocaram números de telefone, e marcaram um chá para mais tarde. Quando vou a entrar no elevador com coisas, prontamente me ajudam a segurar na porta do elevador.

A minha experiência é que os suiços são pessoas afáveis, hospitaleiras, e educadas. Tudo o resto que ouvi tantas vezes, pelo menos nesta parte da Suiça, não passam de boatos.

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publicado às 11:47

Comparis.ch

por Nuno Barreto, em 20.11.07


Um site verdadeiramente útil para quem vive ou pensa viver na Suiça, é o Comparis.ch. Aqui encontramos comparativos de preços e de características dos mais diversos produtos: Seguros (saúde, automóvel, etc), telemóveis, ADSL, cartões de crédito, etc.

Entre outras funcionalidades, temos comentários dos seus utilizadores, com informações relevantes a cada produto (por exemplo, nos telemóveis, qual é a qualidade da cobertura de rede).

Já me foi bem útil para encontrar um seguro de saúde e um telemóvel...

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publicado às 08:37

Transportes públicos em Genève

por Nuno Barreto, em 14.11.07
Train Bridge

Genève está muito bem fornecida em termos de transportes. Existem autocarros, eléctricos e barcos por todo o lado, todos modernos, e com muita informação nas paragens (mapas, horários, etc). Cada paragem tem um nome, e dentro do autocarro (ou eléctrico) somos sempre avisados da paragem seguinte. E a maioria das paragens do centro tem também um placar com o tempo que falta para o próximo autocarro.

Os transportes não são baratos. Um bilhete para uma hora custa 3CHF (cerca de 2 euros), e um bilhete diário custa 7CHF. Outra alternativa para que mora cá, é comprar o passe, que custa 70CHF (mais preços).

Já o comboio, embora seja excelente, é caríssimo. Por exemplo, um bilhete entre Genève e Lausanne (70km) custa 20CHF. Mas existe a opção do passe, para quem viaja frequentemente. Opção essa que é na realidade muito boa. Por 275CHF por mês (ou 2990CHF por ano) pode-se comprar o passe abo général, que permite andar nos comboios e autocarros de toda a Suiça! Um óptimo negócio. E se forem casados, o preço é de 185CHF para o vosso conjuge. Mas atenção que para ter esse passe, é preciso ter um permit (mais informação).

E como a cidade é bastante pequena, andar a pé, de bicicleta, ou de trotinete é sempre uma boa alternativa. A cidade está super bem preparada para as bicicletas, com pistas próprias por todo o lado.

Quanto aos taxis, é melhor esquecer, são mesmo muito caros :)

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publicado às 15:48

Passear em Genève

por Nuno Barreto, em 12.11.07
Autumn in Genève

Agora que já tenho as coisas principais tratadas, tenho muito mais tempo para passear. Isto até Quinta-feira, o dia em que começo a trabalhar. Por isso, aproveitei o lindo (e frio) dia de sol que esteve para passear.

Primeiro estive a passear junto ao lago. O lago é realmente bonito. Super límpido, com as montanhas nevadas por detrás, e com uma enorme quantidade de patos, cisnes, mergulhões, corvos marinhos, gaivotas. Um sítio realmente maravilhoso.

Depois fui ao Parque La Grange, um lindo parque junto ao lago (e mais ou menos perto da minha casa), onde pude admirar uma quantidade enorme de árvores, com as suas folhas a cairem como flocos de neve. Um verdadeiro dia de Outono.

Aproveitei para tirar algumas fotografias que podem encontrar na minha conta do flickr.

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publicado às 18:33

Já tenho casa!

por Nuno Barreto, em 10.11.07
Foram três dias bem agitados. Assinar o contracto de trabalho, procurar casa, enfim... Mas a boa notícia é que já tenho casa! Vou para lá já amanhã. Devo ter batido um recorde qualquer, arranjar casa em Genève passado 3 dias, e ir para lá no dia seguinte...

É uma boa casa, apesar de só ter um quarto. A sala é grande, a cozinha é mais ou menos, tem uma varanda, e é bem melhor do que o que eu estava à espera de ter para já (um quarto, ou quanto muito um estúdio).

Agora é aproveitar o frio até Quinta-feira, que é quando começo a trabalhar, e esperar ansiosamente pela noite de Sexta-feira, quando a minha amada esposa vai chegar a Genève...

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publicado às 17:35

Voos para Genève

por Nuno Barreto, em 05.11.07
EasyJet Airplane
Existem voos para Genève a partir de Lisboa e Porto, todos os dias, tanto pela easyJet como pela TAP.

A easyJet tem dois voos diários a partir de Lisboa, e um do Porto. A TAP tem três de Lisboa e dois do Porto. Só falta mesmo voos directos para Faro, mas segundo informações que tenho, já existem negociações para que isso aconteça, o que me dava muito jeito. Toda a minha família está no Algarve.

Até agora tenho usado sempre a easyJet, mas os preços da TAP também são bons. É possível ir e voltar com 70 euros, dependendo da antecedência com que se compra o bilhete.

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publicado às 09:55

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